Há menos de cem anos, a mulher brasileira não tinha o direito de expressar seu ponto de vista político e social que, na época, regia os destinos do povo brasileiro. Foi somente no governo do então presidente da República, Getúlio Vargas, que a mulher brasileira conquistou o direito de ir às urnas e votar pela primeira vez. De lá para cá, muitas coisas mudaram até a atualidade, mas não o suficiente para atender aos anseios das brasileiras. A discriminação no mercado de trabalho, a disparidade salarial e a sua participação nas decisões políticas do país ainda são insuficientes para garantir os direitos de cidadania da mulher no Brasil.
No dia oito de março, data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, muitas mulheres brasileiras têm que lutar para serem 100% vitoriosas e terem seus direitos equiparados aos dos homens. Mas, para isso, faz-se necessário que elas sejam inseridas nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, Federal, Estadual e Municipal, a fim de que possam tomar decisões políticas que favoreçam ainda mais o povo brasileiro.
Além disso, as mulheres brasileiras também devem participar ativamente da segurança nacional através das Forças Armadas — Exército, Marinha e Aeronáutica — como efetivas no comando das instituições militares. Só assim o sistema político e social estará pleno e irrestritamente democrático e a mulher brasileira, enfim, poderá ter seus direitos de cidadania devidamente respeitados.
*Imagem da Internet
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